“Não vamos nos intimidar por aqueles que querem manter Pernambuco no atraso”, declarou o ex-prefeito.
Além de Miguel, a operação também teve como alvos o ex-senador Fernando Bezerra Coelho e o deputado federal Fernando Filho (União Brasil), pai e irmão do pré-candidato. As investigações apuram suposto desvio de emendas parlamentares.
No pronunciamento, Miguel Coelho defendeu a atuação da família na política regional e associou a deflagração da operação ao cenário eleitoral. Segundo ele, ao longo da última década, utilizou sua força política para viabilizar emendas e investimentos que contribuíram para transformar Petrolina na cidade que mais cresce no Nordeste.
O ex-prefeito também afirmou ter mantido diálogo institucional com diferentes governos federais, destacando parcerias com as gestões de Michel Temer, Jair Bolsonaro e Luiz Inácio Lula da Silva, independentemente de posicionamentos ideológicos.
“Mesmo assim, em pleno ano eleitoral, criam uma ação espalhafatosa para tentar manchar o mérito do nosso trabalho. Uma operação tão frágil que a própria Procuradoria-Geral da República se manifestou contra”, afirmou.
A Operação Vassalos segue em andamento. Até o momento, os citados negam as acusações, e o caso continua sob investigação das autoridades federais.

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