O procurador-geral do Ministério Público de Contas (MPCO), Cristiano Pimentel, observa que, em muitas cidades, mesmo com a folha atrasada os prefeitos priorizam o pagamento dos fornecedores em detrimento à manutenção dos serviços básicos de saúde e educação.
“São esses critérios que precisamos ficar alerta”, diz. Em algumas localidades, como Ribeirão, o promotor pediu bloqueio das contas.O TCE recebeu denúncias sobre problemas nas transições de mandatos em vários municípios pernambucanos. As denúncias são referentes, justamente, a atrasos de pagamentos de servidores, demissão de médicos e falta de medicamentos.
Do Pajeú, o destaque é o municipio de Flores, governado atualmente pela Republicana Soraya Morioka, que perdeu a ultima eleição para o Socialista Marconi Martins Santana.
Ainda no Pajeu, estão na mira os municipios de São José do Egito, Solidão, Tabira e Tuparetama. Soma-se ainda no alto sertão os municipios de Belém de São Francisco, Itacuruba, Inajá, Ouricuri, Santa Cruz, Santa Filomena, Salgueiro, Sertânia, Verdejante, Serrita, Cedro, Cabrobó, Floresta, Carnaubeira da Penha e Bodocó.
No total são 20 municipios no sertão, 17 no agreste, 15 na zona da mata e 04 na Grande Recife.
Fonte: Caue Rodrigues

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