O que tivemos em 2017? Mais de 10.000 quilômetros percorridos, no Nordeste, Sudeste, Sul... Disseminando ciência, produzindo, fazendo pesquisa com reflexos atuais e futuros na sociedade, na qualidade da água no Pajeú, no nosso desenvolvimento pessoal e acadêmico.
Sim, temos apenas 16, 17 anos e estávamos lá, no meio de doutores e pós-doutores, não, não fomos apenas observar eles, estávamos lá fazendo o mesmo que eles, eles também nos viram apresentar no mesmo nível, aprendemos muito com certeza, mas também passamos um pouco dos nossos conhecimentos adquiridos ao longo de 4 anos no mundo da Iniciação Científica, temos muito a aprender? Claro, mas começamos a aprender cedo e começamos bem.
Também não faltou muito amor, carinho, compreensão, um ombro amigo uns com os outros, estresses também houve, mas é assim que acontece nas melhores famílias. O que vamos fazer em 2018? Muito mais e melhor que em 2017, vamos concluir esse ciclo que permeia o seu fim bem melhor do que começamos 4 anos atrás, vamos seguir em frente; enfrentando todas as adversidades, quando dermos entrada no nosso diploma em dezembro, teremos a certeza de dever cumprido, de que crescemos o máximo e de todas as maneiras que podíamos e ainda na convicção que conseguimos isso por nosso mérito, sem tentar atrapalhar o crescimento de ninguém para guinar o nosso.
Que venha 2018.1!
A foto que ilustra o texto foi na participação do Simpósio Brasileiro de Recursos Hídricos realizado em Florianópolis (SC).
*Cícero Damasceno Bastos está no 7º período do Curso de Saneamento no Instituto Federal de Pernambuco – IFPE – Campus Afogados da Ingazeira.

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