segunda-feira, 21 de fevereiro de 2022

Após 2 meses, Itapemirim não cumpre promessa de voltar e enfrenta problemas


 No dia 17 de fevereiro acabou o prazo dado pela Itapemirim Transportes Aéreos para voltar a voar. O prazo foi informado ao Procon-SP pouco após a interrupção da operação da empresa, em 17 de dezembro de 2021, e acabou não sendo cumprido.

Nesses dois meses, a empresa acumulou diversos processos trabalhistas, pedidos de reembolso não atendidos, proibição de voar e vender passagens pela Anac (Agência Nacional da Aviação Civil), entre outros problemas.

A empresa enviou a maior parte de sua frota de sete aviões para fora do Brasil, restando apenas dois no país. Um deles, um Airbus A319 sequer chegou a voar pela empresa.

A empresa alega que essas aeronaves foram enviadas para manutenção nos Estados Unidos porque as empresas TAP M&E e Digex, que prestavam esse tipo de serviço para a Itapemirim, não realizam mais a tarefa. Ao mesmo tempo, a companhia diz que os contratos de leasing (que é uma espécie de aluguel) dos aviões estão mantidos sem qualquer problema.

Ao mesmo tempo, o UMB Bank, dono de quatro aviões operados pela Itapemirim, pediu o cancelamento da matrícula brasileira de três de suas aeronaves devolvidas que estão nos Estados Unidos. O pedido foi feito essa semana à Anac (Agência Nacional de Aviação Civil).

Questionada, a Itapemirim diz que “se mobiliza administrativamente, fazendo adequações necessárias com vista a cumprir rigorosamente as normas da Agência Nacional de Aviação Civil -Anac – no sentido de revogar decisão que suspendeu o Certificado de Operador Aéreo – COA”.

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