O relato foi feito por Gustavo Lozzi, durante entrevista ao programa Fantástico, da TV Globo. Segundo ele, ouviu a organizadora dizer: “Gustavinho, traz essa câmera, a gente precisa apagar o vídeo”. O ex-funcionário também afirmou que não presenciou ninguém retirando a câmera que estava presa ao braço da vítima.
A câmera havia sido fixada ao braço de Maria Eduarda para registrar toda a experiência do salto. No entanto, conforme as investigações da Polícia Civil, o equipamento desapareceu e até o momento não foi localizado. Os investigadores consideram o material essencial para esclarecer a dinâmica do acidente.
Os demais funcionários ouvidos pela polícia negaram ter retirado ou escondido a câmera.
De acordo com o inquérito policial, testemunhas relataram ter ouvido ordens para recuperar o equipamento e apagar as imagens gravadas. A investigação também aponta que o desaparecimento da câmera, aliado à desativação de um perfil em uma rede social ligado à atividade de rope jump, pode indicar uma possível tentativa de ocultação de provas.
Nesta semana, Eveliyne dos Santos foi indiciada pela Polícia Civil. O caso segue sob investigação para apurar todas as circunstâncias da morte de Maria Eduarda e a eventual responsabilidade dos envolvidos.

Nenhum comentário:
Postar um comentário
Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.