O cenário permanece preocupante. Somente nos três primeiros meses de 2026, mais de 45 mil denúncias foram registradas pelo serviço, representando um aumento de 23% em comparação com o mesmo período do ano anterior.
A violência contra a mulher vai muito além da agressão física. Ela também pode ocorrer de forma psicológica, sexual, patrimonial e moral, muitas vezes de maneira silenciosa e difícil de identificar. Por isso, reconhecer os sinais, buscar informação e denunciar são medidas fundamentais para romper o ciclo da violência.
Em Brejinho, a Casa de Justiça e Cidadania e a Coordenadoria da Mulher estão disponíveis para acolher, orientar e encaminhar mulheres que estejam enfrentando situações de violência.
A gestão municipal reforça que nenhuma mulher deve enfrentar esse tipo de situação sozinha. “Se você está passando por isso ou conhece alguém que esteja, procure ajuda. Não se cale. Você não está sozinha.”
A campanha Agosto Lilás reforça a necessidade de conscientização, acolhimento e união da sociedade pelo fim da violência contra a mulher.

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