“A introdução desta variante nos traz uma preocupação adicional por causa do seu maior potencial de contaminação. É preciso, então, que todos tenham consciência de que a covid-19 ainda é uma ameaça e que a nossa principal aliada para a proteção da vida são as vacinas. Contra a ômicron, ter apenas uma dose é o mesmo que estar desprotegido. Precisamos de, ao menos, duas doses, mas ainda temos mais de 500 mil pessoas com esta segunda dose em atraso e, portanto, com risco agravado de contrair a forma grave da covid-19”, afirma o secretário Estadual de Saúde, André Longo.
Ele ainda reforça a importância da dose de reforço, principalmente em idosos e pessoas com doenças preexistentes. “Alguns meses após as duas primeiras doses, há uma queda de nível dos anticorpos e, assim, a proteção fica prejudicada. A terceira dose vem para proporcionar o aumento da quantidade de anticorpos no organismo, aumentando a proteção e reduzindo a chance de cada pessoa se infectar ou se reinfectar. Aqui em Pernambuco, 40% dos idosos que tomaram as duas primeiras doses ainda precisam tomar esta dose de reforço para ter uma proteção mais robusta contra a variante ômicron. As vacinas são seguras, eficazes e evitam mortes”, frisou Longo. O secretário lembra que as pessoas com imunossupressão grave têm o esquema básico com três doses mais uma de reforço.
Os casos de ômicron foram registrados em pessoas do Recife (14) e Jaboatão dos Guararapes (1), na RMR; em Caruaru (1), Frei Miguelinho (1) e Garanhuns (1), no Agreste; em Lagoa Grande (1) e Petrolina (1), no Sertão do São Francisco; e em Fernando de Noronha (1). Os pacientes tinham entre 1 e 67 anos. As faixas etárias são: 0 a 9 (3), 20 a 29 (3), 30 a 39 (4), 40 a 49 (6), 50 a 59 (2) e 60 e mais (3). De acordo com análises de sistemas de informação, um paciente (homem, 67 anos, de Lagoa Grande, vacinado com duas doses) precisou de internação em leito de enfermaria e já recebeu alta.
Nenhum comentário:
Postar um comentário
Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.