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tok china e loja de motos

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segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Inflação no ano é de 2,5%, o menor resultado acumulado desde 1998. Você acredita?


A infla√ß√£o medida pelo √ćndice Nacional de Pre√ßos ao Consumidor Amplo (IPCA) voltou a desacelerar, fechando novembro em 0,28%, resultado 0,14 ponto percentual abaixo do 0,42% registrado em outubro.  No acumulado, de janeiro a novembro, a infla√ß√£o chegou a 2,5%, o menor resultado acumulado nos primeiros 11 meses desde 1998, quando a taxa ficou em 1,32%.  √Č tamb√©m um resultado bem abaixo dos 5,97% em igual per√≠odo do ano passado.
Os dados do IPCA – a infla√ß√£o oficial do pa√≠s – foram divulgados no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat√≠stica (IBGE). Assim, a infla√ß√£o acumulada de janeiro a novembro ficou em 2,5%. J√° o resultado acumulado nos √ļltimos 12 meses ficou em 2,8%, superando os 2,7% dos 12 meses imediatamente anteriores. Em novembro do ano passado, o IPCA foi de 0,18%.
Alimentos têm deflação
Apesar da desaceleração entre outubro e novembro deste ano, o IBGE apurou que apenas os grupos Alimentação e Bebidas, com deflação de 0,38%, e Artigos de Residência, com inflação negativa de 0,45%, fecharam novembro com preços em queda.
Entre os demais grupos, os que mais pressionaram a taxa para cima foram Habitação, que, ao subir de 1,27% em relação a outubro, contribuiu com 0,2 ponto percentual de impacto para a taxa global; e Transportes, que, com a alta de 0,52%, respondeu por 0,09 ponto percentual na taxa de novembro.
Os preços dos produtos alimentícios, que respondem por 25% das despesas das famílias, continuam sendo decisivos para as seguidas quedas nas taxas de inflação e encerraram novembro com os custos menores pelo sétimo mês consecutivo.
Influenciados pela excelente safra de gr√£os, a maior da hist√≥ria, os pre√ßos dos alimentos ca√≠ram - na passagem de outubro para novembro - 0,14 ponto percentual, passando de 0,42% para 0,28%, com 13 dos 16 subgrupos apresentando redu√ß√£o de pre√ßos. As principais quedas foram verificadas em cereais, leguminosas e oleaginosas, com defla√ß√£o de 2,71%, farinhas e massas e a√ß√ļcar e derivados (-2,11%) e frutas (-2,09), respectivamente.
“A safra de 2017 foi muito boa e contribuiu para a redu√ß√£o dos pre√ßos dos alimentos. Esse efeito vem diminuindo, nos √ļltimos dois meses, por√©m, em certos produtos ainda √© sentido. Por exemplo, a terceira safra do feij√£o, conhecida como feij√£o de inverno, influenciou a queda no pre√ßo do produto em novembro”, disse o gerente do IPCA do IBGE, Fernando Gon√ßalves.
Nos √ļltimos 12 meses, a varia√ß√£o acumulada do grupo alimentos √© negativa em 2,32% e, no ano, a defla√ß√£o est√° em 2,4%, a menor desde a implanta√ß√£o do Plano Real em 1994.
Já Habitação, com variação de 1,27% e impacto de 0,2 ponto percentual na taxa global, foi o grupo de maior impacto, uma vez que a energia elétrica, ao subir em média 4,21%, contribuiu com 0,15 ponto percentual para a variação positiva do mês.
“Em novembro, vigorou a bandeira tarif√°ria vermelha patamar 2, j√° com a cobran√ßa adicional do novo valor de R$ 5 a cada 100 Kwh consumidos. Em outubro, a bandeira tarif√°ria vigente tamb√©m era a vermelha patamar 2, por√©m, o adicional era de R$ 3,50 a cada 100 Kwh consumidos”, ressaltou o IBGE.
Ainda no grupo Habita√ß√£o, o pre√ßo do g√°s de botij√£o subiu 1,57%, mais uma vez influenciado pelo reajuste nas refinarias de, em m√©dia, 4,5% no g√°s de cozinha vendido em botij√Ķes de 13kg.
Infla√ß√£o em Goi√Ęnia √© a maior do pa√≠s
Entre as 13 regi√Ķes do pa√≠s envolvidas na pesquisa, cinco encerraram novembro com taxas maiores que a m√©dia nacional de 0,28%, com destaque para Goi√Ęnia que registrou a maior infla√ß√£o do pa√≠s, com alta de 0,96%, seguida de S√£o Paulo (0,58%), Porto Alegre (0,55%), Campo Grande (0,5%) e Bras√≠lia 0,46%.
Outras oito capitais fecharam com taxas menores do que média global de 0,28%. No Rio de Janeiro e no Recife, o IPCA fechou em 0,26% e, em Belém, em 0,05%.
Outras cinco regi√Ķes tiveram infla√ß√£o negativa, com as taxas variando entre -0,03% de Vit√≥ria e -0,26% de Salvador – que ficou com a menor infla√ß√£o do pa√≠s e um resultado 0,54 ponto percentual menor que a m√©dia nacional de 0,28%.
O IPCA √© calculado pelo IBGE junto √†s fam√≠lias com rendimento de um a 40 sal√°rios m√≠nimos e abrange dez regi√Ķes metropolitanas do pa√≠s, al√©m de Goi√Ęnia, de Campo Grande e de Bras√≠lia.

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POR QUE √Č T√ÉO DIF√ćCIL REALIZAR A√á√ēES CONCRETAS EM DEFESA DO MEIO AMBIENTE?


Nesta sexta feira (8) de dezembro de 2017,  ocorreu o  II F√≥rum Intermunicipal do Meio Ambiente na Escola T√©cnica de S√£o Jos√© do Egito ETE,  com os temas: Res√≠duos S√≥lidos, Sustentabilidade e Consci√™ncia Ambiental. O F√≥rum foi palco de  uma s√©rie de projetos produzidos pelos alunos e professores daquela institui√ß√£o, seguido de uma Mesa de Debate com uma dezena de participantes, mediada pelo Diretor da ETE, Niedson Amorim. 

Al√©m do tema proposto, o mediador fez a seguinte pergunta para provocar os debatedores:  POR QUE √Č T√ÉO DIF√ćCIL  REALIZAR A√á√ēES CONCRETAS EM DEFESA DO MEIO AMBIENTE? Cada debatedor procurou responder a quest√£o apontando algumas causas como: o modo de produ√ß√£o capitalista, a falta de recursos para os gestores, falta de compromisso das gest√Ķes com o meio ambiente, a falta de educa√ß√£o ambiental e por a√≠ vai. O tempo que os debatedores tiveram para responder essa quest√£o t√£o profunda e complexa, apesar da toler√Ęncia do mediador, foi pouco, da√≠ porque decidi escrever essa mat√©ria reproduzindo parte do debate e a nossa opini√£o como militante das causas sociais para a reflex√£o do leitor.
  

A Mesa de Debate foi composta por Claudevan Filho, Vereador de S√£o Jos√© do Egito,  Adilson Alves,  Diaconia – Afogados da Ingazeira,   Jo√£o Sim√Ķes, AASP,  Niedson Amorim, ETE e  mediador dos debates, Urbano Batista, Secret√°rio de Agricultura de Teixeira, PB, Adriano Dantas, secretaria de Agricultura de S√£o J. do Egito,  Luiza Ten√≥rio T√©cnica do Meio Ambiente, S√īnia Barros, Centro Vida Nordeste e Ded√© Rodrigues, Secretaria do Meio Ambiente da Prefeitura de Tabira, entre outros que n√£o est√£o na minha lista de presen√ßa. 

Comungo da ideia, refor√ßada por boa parte dos presentes,  que o modo de produ√ß√£o capitalista, irracional e predat√≥rio, √© a principal causa da destrui√ß√£o do meio ambiente. Conforme Ademar Bogo, em (Identidade e Luta de Classes, 2010), de 1500 a 1850, n√≥s mat√°vamos um esp√©cie viva a cada 10 anos. De 1850 a 1950 matamos uma esp√©cie por dia. Em 1990,  j√° mat√°vamos 10 esp√©cies por dia e no ano 2000 mat√°vamos uma esp√©cie por hora.  Novos estudos apontam que n√≥s matamos 90 mil esp√©cies vivas por ano e cada esp√©cie leva com ela pelo menos 30 outras, que dependem tamb√©m dela. Evidente que em uma sociedade dividida em classes sociais com a produ√ß√£o predat√≥ria na busca cega pelo lucro, esse “n√≥s” recai bem mais sobre a burguesia financista e empresarial com os seus mega empreendimentos de mercado e concentra√ß√£o de renda.
   
Vivendo em um mundo onde cerca de 1 bilh√£o de “animais racionais” passam necessidades por que vivem em situa√ß√£o de pobreza. A pobresa n√£o √© culpa dos pobres, como acreditam ou divulgam os defensores da burguesia, a principal causa causa dela √© a concentra√ß√£o de renda no mundo onde  1% por cento tem mais riqueza do que os outros 99% e, no Brasil, onde 6 super rica√ßos tem mais renda do que 100 milh√Ķes de pessoas. Um mundo onde o consumismo virou uma doen√ßa que provoca outra doen√ßa como a depress√£o. Um mundo, no qual o principal dirigente da na√ß√£o mais poluidora,  os Estados Unidos,  Donald Trump,   se recusa a cumprir o acordo de Paris, onde nesse pa√≠s s√≥ se recicla 11% do seu lixo, mas  pelo tratado de Kioto era para reduzir o Co2 de l√°  para 8%, mas fez foi aumentar para 35%. O governante principal desse pa√≠s  acaba de  reduzir as reservas ambientais para agradar o loby dos grandes produtores e ainda pode jogar  a humanidade no meio de uma guerra nuclear devastadora do meio ambiente, amea√ßando invadir e destruir a Coreia do Norte e defendendo a Palestina,  como capital de Israel, cuja decis√£o,  pode botar fogo no Oriente M√©dio. Se esse pa√≠s n√£o √© seguro, o mundo com essas medidas de Trump,  torna-se um lugar muito perigoso para se viver.   Com base nisso pode-se afirmar que est√° na pol√≠tica e na economia os principais problemas ambientais ou sua pr√≥pria solu√ß√£o. Se pensarmos em outro modo de produ√ß√£o, √© no socialismo que est√° a sa√≠da para a humanidade, haja vista que esse modelo de sociedade tem outros valores humanistas e a China socialista tirou 500 milh√Ķes de pessoas da pobreza  nas √ļltima d√©cadas e  est√° se esfor√ßando por todos os meios poss√≠veis  para cumprir o acordo de paris. O crit√©rio da verdade n√£o √© a pr√°tica? Questionou recentemente o primeiro ministro da China.
    
No Brasil a situa√ß√£o do meio ambiente est√° se agravando cada vez mais por causa de um governo golpista, entreguista e ultraliberal. Em 2016 aumentamos as emiss√Ķes de carbono em quase 9%, quando dev√≠amos est√° reduzindo para chegar meta de 37% em em 2025. Aumentamos o desmatamento  de 2013 a 2017 em 38%. Duas grandes reservas naturais iam ser reduzidas para agradar os ruralistas,  comprando votos para as medidas anti-povo, s√≥ n√£o foram reduzidas  gra√ßas a forte rea√ß√£o popular.  Mesmo assim a medida provis√≥ria 795 de Temer concede incentivos fiscais, que podem chegar a R$ 1 trilh√£o at√© 2040. Esse incentivo √© para o setor do √≥leo e g√°s, principal emissor de carbono no mundo.   Para piorar s√≥ temos 8% da Nossa mata Atl√Ęntica e dados recentes d√£o conta que 45% do nosso bioma Caatinga j√° foi desmatado.  Se essas quest√Ķes ambientais se resolvem com mais investimento p√ļblico, pode-se afirmar que o meio ambiente no Brasil com Temer ultraliberal vai piorar cada vez mais.  

No Paje√ļ a quest√£o ambiental est√° longe de ser resolvida. Segundo Marcos Brito, com seu “estudo de caso” em S√£o Jos√© do Egito s√≥ temos 10% da √°gua que se tinhamos  nos po√ßos p√ļblicos. Quanto mais se desmata, mais a √°gua desses po√ßos diminui. √Č preciso um projeto urgente de reflorestamento da Caatinga, pois podemos n√£o ter mais agricultura nessa regi√£o daqui a 50 anos, dizem alguns especialistas.  Conforme Adilson da Diaconia de Afogados da Ingazeira, forte parceira do meio ambiente, s√≥ tr√™s munic√≠pios iniciaram um trabalho de coleta seletiva, entre eles Tabira, que j√° tem galp√£o de triagem com prensa e uma campanha iniciada em parte das escolas com a cria√ß√£o de Brigadas do Meio Ambiente em cada institui√ß√£o onde se implanta a campanha. Em Tabira o trabalho desenvolvido nas escolas de coleta seletiva j√° d√£o frutos.

 O II F√≥rum do Meio Ambiente na ETE de S√£o Jos√© do Egito est√° se tornando um ambiente prop√≠cio para educa√ß√£o ambiental. Boa parte dos alunos e professores j√° se envolvem em projetos sobre a √°gua da escola, sobre a flora da escola, entre outras quest√Ķes relacionadas ao meio ambiente. Mas isso tem ainda um alcance limitado. √Č preciso, al√©m de envolver mais os alunos na chamada mesa de debate, √© preciso melhorar o interc√Ęmbio entre a escola ETE e outras escolas de S√£o Jos√© do Egito,  com apresenta√ß√Ķes desses projetos, bem como entre outras escolas dos pr√≥prios munic√≠pios do Paje√ļ com troca de experi√™ncias sobre esses projetos e a pauta ambiental. Mesmo que no F√≥rum tenha sido aprovada uma proposta de  Marcos Brito para realiza√ß√£o de uma caravana multidisciplinar na nascente do Rio Paje√ļ para a sensibiliza√ß√£o do participantes e da sociedade para lutar em defesa da revitaliza√ß√£o do Rio, S√£o Jos√© do Egito e a maioria dos munic√≠pios do Paje√ļ tamb√©m precisam iniciar a campanha de coleta seletiva o mais r√°pido poss√≠vel. O problema do lixo e o reflorestamento da nossa Caatinga devem est√° entre as  principais preocupa√ß√Ķes ambientais da Regi√£o do Paje√ļ.


A partir da educa√ß√£o e das a√ß√Ķes concretas que sair√£o dos muros das escolas para a sociedade poderemos est√° dando o passo mais importante na defesa do meio ambiente. 

Com essas a√ß√Ķes acabaremos por envolver  outros gestores, autoridades p√ļblicas, organiza√ß√Ķes sociais, conselhos urbanos e rurais etc . O fio da meada para os gestores p√ļblicos se envolverem  mais em quest√Ķes ambientais passa pela mobiliza√ß√£o da sociedade e pela educa√ß√£o ambiental nas escolas.  A solu√ß√£o est√° na eleva√ß√£o do n√≠vel de consci√™ncia pol√≠tica da classe trabalhadora, organiza√ß√£o e participa√ß√£o da sociedade na tem√°tica ambiental, pois podemos j√°  est√° vivenciando nessas batalhas em defesa do meio ambiente “a guerra do fim do mundo”, como disse o especialista Marcos Brito no f√≥rum de S√£o Jos√© do Egito.  

Leis municipais proíbem temas como sexualidade em escolas


Em 14 munic√≠pios de nove estados do pa√≠s j√° existem leis que pro√≠bem — ou est√£o prestes a proibir — professores de discutir ou usar em sala de aula material did√°tico que se refira a quest√Ķes de g√™nero e religi√Ķes. Tamb√©m h√° restri√ß√Ķes a coment√°rios pol√≠ticos. No total, s√£o afetados cerca de 270 mil alunos do ensino fundamental, com idade m√©dia entre 6 e 14 anos.
Apesar da liminar do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso que considerou inconstitucional uma lei estadual de Alagoas, já que cabe à União legislar sobre Educação, projetos de lei desse tipo se espalham pelo país.
Em outubro passado, a c√Ęmara de Crato (CE) aprovou lei que pro√≠be falar em ideologia de g√™nero e “toda orienta√ß√£o sexual” ao aluno que tente “extinguir o g√™nero masculino e/ou feminino do g√™nero humano”.
Para o procurador da Rep√ļblica Jorge Luiz Ribeiro de Medeiros, que instaurou inqu√©rito para apurar lei aprovada em Jata√≠ (GO), banir a discuss√£o de g√™nero das escolas √© estimular preconceitos e evitar temas como a viol√™ncia contra a mulher.
— Num momento em que o mapa da viol√™ncia mostra a gravidade dos assassinatos de mulheres, a lei impede o debate, afirma o procurador.
ENSINO PRIVADO TAMB√ČM √Č ALVO DE PROJETOS
Em alguns munic√≠pios, as leis imp√Ķem aos professores o papel de fiscais do comportamento dos alunos. Em Pedreiras (SP), por exemplo, a lei aprovada este ano dita que os professores n√£o podem permitir que o estudante apresente “qualquer pr√°tica capaz de comprometer o desenvolvimento de sua personalidade em harmonia com a respectiva identidade biol√≥gica do sexo”.
A proibi√ß√£o de termos como “g√™nero” e “orienta√ß√£o sexual” tamb√©m n√£o se restringe ao espa√ßo f√≠sico das escolas. Em Barueri, na Grande S√£o Paulo, o texto que entra em vigor no pr√≥ximo ano afirma que, mesmo fora dos col√©gios, os debates sobre quest√Ķes de g√™nero n√£o podem ocorrer com participa√ß√£o de adolescentes.
Ao defender um projeto em Jacobina, na Bahia, o vereador Pedro Nascimento (PMDB) disse que “escola √© lugar de aprender, de preparar o aluno para o mercado de trabalho” e que “pais e os av√≥s n√£o podem perder o direito de educar seus filhos conforme os preceitos de suas fam√≠lias”.
— Quest√Ķes como religi√£o e moral s√£o assuntos de fam√≠lia, e cabe a ela educar seus filhos, defende o vereador Francisco Battilani (PSDB), autor da lei aprovada no munic√≠pio de Bela Vista, Mato Grosso do Sul.
SEM DI√ĀLOGO E DIVERSIDADE
Para a procuradora D√©borah Duprat, da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidad√£o, as leis embutem cl√°usulas amplas e atrelam debates a concep√ß√Ķes individuais, retirando da escola o papel de ser um espa√ßo p√ļblico de di√°logo e diversidade.
— Cada fam√≠lia tem uma concep√ß√£o diferente do que √© moral. Se cada fam√≠lia quiser usar a sua, nada poder√° ser dito, argumenta D√©borah.
Em Santa Cruz do Monte Castelo, no Paran√°, a primeira cidade do pa√≠s a adotar uma lei que restringe discuss√Ķes pol√≠ticas e ideol√≥gicas nas escolas, foi inclu√≠do tamb√©m um veto a temas religiosos. Na pr√°tica, a lei, que abrange apenas a rede municipal, com crian√ßas at√© 12 anos de idade, baniu as festas juninas e o coelhinho da P√°scoa — comemora√ß√Ķes ligadas √† Igreja Cat√≥lica.
— Era uma tradi√ß√£o, a gente comemorava a P√°scoa. As crian√ßas pintavam coelhinhos e ovos e at√© iam fantasiadas. Mas, como a P√°scoa √© uma data crist√£, outras religi√Ķes poderiam ser afetadas e deixamos de comemor√°-la, diz Alessandra Scanacapra Peres, coordenadora pedag√≥gica de uma escola municipal.
Para fugir da pol√™mica, alguns prefeitos optam pela “omiss√£o t√°cita" — n√£o vetam, nem sancionam. Com isso, a C√Ęmara dos Vereadores pode promulgar a lei sozinha.

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Aos 81 anos Creuza Pereira n√£o descarta a possibilidade de disputar as elei√ß√Ķes de 2018 em Salgueiro


A deputada federal Creuza Pereira (PSB) foi a entrevistada do programa “Pol√≠tica em Foco” na r√°dio Asa Branca em Salgueiro esta semana, e na ocasi√£o a hist√≥rica militante socialista que j√° foi prefeita de Salgueiro por tr√™s mandatos e atualmente na supl√™ncia, mas ocupa uma cadeira na C√Ęmara dos Deputados, mesmo aos 81 anos ainda n√£o definiu se vai ou n√£o deixar a vida p√ļblica quando deixar o mandato de deputada.
Creuza Pereira comentou sobre o desejo de que seu grupo pol√≠tico encontre um novo nome e que iria apoiar com assiduidade, mas n√£o descartou a possibilidade de mais uma vez entrar na corrida eleitoral “Estamos na fase de ouvir a popula√ß√£o na busca de um bom nome, e caso este nome seja o meu, n√£o vou dizer n√£o ao meu povo.” Afirmou a deputada.
Sendo candidata ou n√£o, certo mesmo √© que a deputada sertaneja ir√° caminhar ao lado do governador Paulo C√Ęmara (PSB), na campanha pela reelei√ß√£o do l√≠der estadual. “Paulo √© um l√≠der, hoje Pernambuco est√° em ordem gra√ßas ao equil√≠brio e lideran√ßa que ele conduz o Estado, Paulo com certeza chega ao seu segundo mandato” comentou a socialista.
PE-460
Quando abordada sobre a paralisa√ß√£o das obras da estrada de Concei√ß√£o das Crioulas, a deputada afirmou que n√£o falta cobran√ßa ao governo do Estado “Vejo com muita tristeza a parada dessa obra, a gente luta pela PE–460 desde o per√≠odo de Eduardo Campos. Nesta segunda-feira (11), vou √† Recife dizer ao governador da desilus√£o da popula√ß√£o que precisa do reinicio desta obra, se n√£o tem condi√ß√Ķes n√£o marque data”, concluiu Creuza Pereira.

Policiais punidos por extorquir motorista que fugiu da Operação Lei Seca


Dois soldados da Pol√≠cia Militar de Pernambuco foram afastados da corpora√ß√£o sob a acusa√ß√£o de extors√£o a um motorista em Jaboat√£o dos Guararapes. De acordo com as investiga√ß√Ķes da Corregedoria da Secretaria de Defesa Social (SDS), o motorista teria desviado o carro de uma blitz da Opera√ß√£o Lei Seca, na Avenida Ayrton Senna, em Piedade, Jaboat√£o dos Guararapes, quando foi perseguido por uma viatura da PM, abordado e amea√ßado.
Segundo as investiga√ß√Ķes, os soldados n√£o faziam parte da blitz da Lei Seca. Mesmo assim, eles decidiram ir atr√°s do motorista e fizeram o carro dele parar. No momento em que faziam uma revista no ve√≠culo, eles encontraram uma pequena quantidade de drogas. Fizeram amea√ßas e exigiram a quantia de R$ 1 mil em dinheiro para que o motorista “n√£o fosse preso e exposto na m√≠dia televisiva”. Como ele n√£o tinha o dinheiro, os policiais anotaram o n√ļmero do celular dele e combinaram, via WhatsApp, um hor√°rio e local para pegar a quantia. Antes de ir para o endere√ßo combinado, o motorista denunciou o caso √† Corregedoria da SDS.
No momento em que o dinheiro era entregue para um dos policiais, na Avenida Boa Viagem, o flagrante foi realizado. O PM foi preso e, pouco tempo depois, o comparsa tamb√©m foi capturado em outro endere√ßo. Ambos est√£o respondendo processo criminal por concuss√£o (extors√£o praticada por agente p√ļblico) na Vara da Auditoria Militar do Estado.
O caso aconteceu em fevereiro deste ano. Ap√≥s quase dez meses de investiga√ß√Ķes, na esfera administrativa, eles foram punidos e perderam o cargo de policiais militares. A decis√£o, assinada pelo secret√°rio de Defesa Social, Ant√īnio de P√°dua, j√° foi publicada no Di√°rio Oficial do Estado.

Confira as provas e os gabaritos preliminares do Vestibular 2018.1 do IFPE


O Vestibular IFPE 2018.1 ocorreu com tranquilidade na manhã deste domingo (10). A prova foi considerada boa pelos estudantes. O tema da redação foi "Engajamento social: a resistência da solidariedade em tempos de recessão" e também recebeu aprovação.
Os candidatos aos cursos t√©cnicos foram submetidos a uma prova de m√ļltipla escolha com 30 quest√Ķes, enquanto os candidatos aos cursos superiores fizeram uma prova de 50 quest√Ķes e a reda√ß√£o.
O gabarito preliminar foi divulgado √†s 16h deste domingo, no site da Comiss√£o de Vestibulares e Concursos (cvest.ifpe.edu.br). Os interessados ter√£o at√© o dia 11 para interposi√ß√£o de recursos referentes √†s quest√Ķes de prova ou gabarito, de modo que o gabarito definitivo ser√° conhecido no dia 15. O list√£o com o nome dos aprovados ser√° divulgado no dia 28.
O Vestibular IFPE 2018.1 oferece 4.076 vagas distribuídas entre 65 cursos técnicos e superiores espalhados entre os 16 campi da instituição, localizados nas cidades de Abreu e Lima, Afogados da Ingazeira, Barreiros, Belo Jardim, Cabo de Santo Agostinho, Caruaru, Garanhuns, Igarassu, Ipojuca, Jaboatão dos Guararapes, Olinda, Paulista, Palmares, Pesqueira, Recife e Vitória de Santo Antão.
Dos 30 mil candidatos inscritos para disputar as 4.076 vagas de cursos técnicos e superiores ofertadas pela instituição, 15,48% não compareceram aos locais de prova, que começou às 9h. A organização considerou baixa pelo histórico do vestibular.
Confira as provas e gabaritos do Vestibular IFPE 2018.1

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Atriz serra-talhadense assina co-produção em longa metragem


Com quase 20 anos de carreira, a atriz Anny Ldeney Ara√ļjo, natural de Serra Talhada, conquistou um curr√≠culo amplo com forma√ß√£o nas √°reas de teatro, dan√ßa, produ√ß√£o cultural e cinema.

Ela, que interpreta a cangaceira Dulce no Espetáculo O Massacre de Angico РA Morte de Lampião, recentemente fechou parceria com a AvannCine, produtora do novo filme do cineasta paulista Djalma França.

O filme conta a hist√≥ria de pernambucanos e o diretor com parte da equipe de produ√ß√£o j√° se prepara para vir a Pernambuco. “Queremos procurar pessoalmente e conhecer nossos atores, prepar√°-los, lapidar talentos, dar oportunidade aos artistas locais, entrar em contato com a cultura e o povo” disse o diretor.

As filmagens acontecer√£o na regi√£o metropolitana do Recife, com previs√£o para o segundo semestre de 2018 e contar√° com elenco totalmente pernambucano.