terça-feira, 24 de fevereiro de 2026

IFPE Afogados abre agenda para receber o Projeto “O Ônibus Mágico” no Pajeú


O IFPE Campus Afogados da Ingazeira está com a agenda aberta para receber as solicitações de escolas da Região do Pajeú interessadas em participar do projeto “O Ônibus Mágico: Uma Jornada Incrível pelo Mundo da Ciência”. A iniciativa leva ciência, tecnologia e inovação de forma lúdica e acessível a estudantes de escolas públicas, por meio de experimentos interativos que estimulam o despertar da curiosidade científica.

Nas regiões do Agreste e da Região Metropolitana do Recife, já existem locais pré-definidos para as visitas, incluindo os campus do IFPE. As atividades ocorrerão de março a agosto de 2026, e cada escola receberá um e-mail de confirmação com a data da visita. A reserva está sujeita à disponibilidade e será agendada por ordem de solicitação.

Como solicitar a visita

Podem se inscrever escolas públicas de ensino infantil, fundamental I e II, e médio de Afogados da Ingazeira e cidades vizinhas. As solicitações devem ser realizadas pelo formulário eletrônico disponível no link: https://bit.ly/onibusmagico.

O projeto é uma iniciativa do professor de Química e diretor de ensino do IFPE Afogados, Alexsandro Cavalcanti, e foi contemplado no edital Nº 22/2025 da Fundação de Amparo à Ciência e Tecnologia de Pernambuco – FACEPE / Helen Khoury, voltado ao apoio à difusão e popularização da ciência. O projeto contará ainda com estudantes bolsistas dos cursos de Engenharia Civil e Licenciatura em Computação do campus.

Sobre o projeto

Inspirado na série de televisão infantil educativa “O Ônibus Mágico”, baseada nos livros de Joanna Cole (texto) e Bruce Degen (ilustrações), o projeto transforma um micro-ônibus em laboratório itinerante, que percorrerá o Sertão, o Agreste e a Região Metropolitana do Recife.

A missão é democratizar o acesso à ciência por meio de experimentos demonstrativos, observações astronômicas, tecnologias inovadoras e realidade aumentada. A proposta busca despertar a curiosidade, estimular o pensamento crítico e reduzir desigualdades no acesso ao conhecimento científico.

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