O movimento surgiu após visitas e verificações em unidades do interior do estado. Em uma dessas ações, realizada no município de Surubim, foi constatado que a delegacia estava fechada fora do horário comercial, o que motivou o início da mobilização. “Não é só construir. É fazer funcionar”, afirmou a ativista ao denunciar a situação e anunciar a criação da iniciativa.
A proposta da “Rota DEAM” é percorrer diversas cidades pernambucanas, recebendo denúncias da população e verificando, na prática, o funcionamento das unidades. A ideia é dar visibilidade à realidade enfrentada por mulheres que buscam atendimento e encontram portas fechadas, especialmente em momentos de urgência.
Paralelamente, Helloysa também criou um abaixo-assinado público exigindo que o governo estadual garanta o funcionamento ininterrupto dessas delegacias. No documento, ela destaca que muitas vítimas de violência doméstica enfrentam dificuldades para conseguir ajuda fora do horário comercial, o que pode agravar situações de risco.

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