sexta-feira, 13 de novembro de 2020

Afogados: Como psicólogo Alessandro Palmeira não tem registro no CRP-PE, acusa oposição

 


Da Assessoria

O candidato a prefeito de Afogados da Ingazeira Alessandro Palmeira (PSB), que se diz psicólogo, não cumpriu os requisitos e não efetuou registro no Conselho Regional de Psicologia da 2ª Região, conforme informações do próprio CRP-PE.

O candidato, que tem afirmado, tanto no guia eleitoral quanto no histórico pessoal, mas omitiu essa informação ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), quando do registro da sua candidatura, lá no cadastro do candidato as informações prestadas são de ensino médio completo, mas não o faz quanto às ações judiciais que o mesmo impetra, afirmando ser psicólogo.

De acordo com o Conselho Regional de Psicologia da 2ª Região, o nome de Alessandro Palmeira de Vasconcelos Leite não consta no Cadastro Nacional e Regional de Psicólogos do Brasil, conforme e-mail/resposta do CRP-PE à Coligação que o acusa.

Ao TSE, o próprio candidato informou que só concluiu o ensino médio, como consta no site do Divulgacand, do TSE.

De acordo com o Artigo nº 10 da Lei 5.766, todo profissional de Psicologia, para exercício da profissão, deverá inscrever-se no Conselho Regional de sua área de ação. Caso não tenha o registro junto ao Conselho, não é psicólogo.

Portanto, para que o profissional possa atuar na área da Psicologia é preciso estar inscrito no CRP-PE da 2ª Região, que abrange o Sertão do Pajeú.

A obrigatoriedade se dá não só para a atuação clínica, mas sim para todas as áreas da Psicologia.

A Lei n.º 4.119, de 27/08/1962, regulamenta a profissão de psicólogo(a) no Brasil. Esta lei define que para ser psicólogo(a) é obrigatória a conclusão do Curso de Psicologia em uma Faculdade autorizada e/ou reconhecida pelo MEC.

Através das redes sociais Alessandro Palmeira mostra seu diploma e a placa de formando como prova da sua formatura, como também a comprovação das notas emitidas pela Faculdade de Serra Talhada, e ao final do vídeo Alessandro Palmeira  disse que iria entrar com “mais um” processo contra a coligação que o acusa, que talvez já esteja corriqueira.

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