O decreto tem força de lei e vem dividindo especialistas que debatem se o valor é possível de ser pago pelos caixas dos estados e prefeituras, e os motivos do presidente da República, Jair Messias Bolsonaro (PL) ter determinado tal percentual enquanto ministérios como o da Economia e a Casa Civil buscavam um valor de aproximadamente 7,5%, cobrindo apenas a inflação.
Na Câmara do Recife, os professores – que receberam seus últimos salários sem nenhum reajuste – gritavam palavras de ordem, como “prefeito, pague o piso!” enquanto o prefeito João Campos fala sobre ações de educação promovidas pelo seu governo.
Ele afirmou, em dado momento, que o município fechou uma parceria com o Banco Nacional do Desenvolvimento (BNDES) para estudar a realização de uma Parceria Público-Privada (PPP) para, em suas palavras, “viabilizar até 44 novas creches no Recife. Nessas futuras unidades, o privado será responsável pela construção e pela manutenção e toda a gestão pedagógica e os profissionais serão de responsabilidade da Prefeitura do Recife”.
Os professores do sindicato reagiram, gritando frases como “Não à privatização” e “escola pública, gratuita e de qualidade”.
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