Já o subsídio ao diesel, fixado em R$ 1,12 por litro por meio de medida provisória, segue em vigor após ter sido renovado, em 16 de julho, por mais 60 dias.
A decisão representa uma mudança em relação ao planejamento anunciado pelo governo federal no fim de junho. Na ocasião, o ministro havia informado que o Executivo iniciaria a retirada gradual dos subsídios aos combustíveis, diante da queda das cotações internacionais do petróleo. A expectativa era de que o benefício de R$ 0,44 por litro da gasolina fosse o próximo a ser reduzido ou encerrado.
Anteriormente, o governo já havia eliminado uma subvenção de R$ 0,35 por litro destinada ao diesel. No entanto, o plano de retirada dos incentivos foi adiado devido ao retorno da instabilidade no mercado internacional de petróleo, impulsionada pela continuidade das tensões no Oriente Médio, envolvendo Irã e Estados Unidos.
As subvenções aos combustíveis foram anunciadas pelo governo federal em maio, durante o período de maior escalada dos conflitos na região, quando a forte alta do petróleo no mercado internacional aumentou o risco de reajustes nos preços dos combustíveis no Brasil. A iniciativa foi adotada como uma medida emergencial para reduzir os impactos sobre os consumidores e contribuir para a manutenção do abastecimento no país.

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