Ao todo, estão sendo cumpridos mandados de prisão, busca e apreensão nas cidades de João Pessoa e Mogeiro, na Paraíba, além de Paulista, Abreu e Lima, Caruaru e Igarassu, em Pernambuco, e Lages, em Santa Catarina.
Segundo a Polícia Federal, as investigações apontam que o grupo criminoso mantinha um laboratório clandestino especializado na falsificação de dinheiro, sendo responsável por todas as etapas da atividade ilegal, desde a aquisição dos insumos até a distribuição das cédulas falsas em diferentes regiões do Brasil.
Ainda conforme a corporação, os investigados utilizavam redes sociais, aplicativos de mensagens, plataformas digitais e serviços postais para divulgar e comercializar as notas falsificadas. Os levantamentos também identificaram movimentações financeiras de valores elevados relacionadas às atividades criminosas.
Além da falsificação de moeda, os suspeitos são investigados pelos crimes de organização criminosa, receptação qualificada, adulteração de veículos automotores, tráfico de drogas, comércio ilegal de armas de fogo e lavagem de dinheiro. As investigações também revelaram possíveis ligações do grupo com a comercialização de veículos roubados e clonados, negociação de entorpecentes e circulação ilegal de armamentos.
A Polícia Federal informou que as investigações terão continuidade com o objetivo de identificar outros integrantes da organização criminosa e aprofundar a apuração sobre a atuação da quadrilha em todo o território nacional.

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