Nos estados onde o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera as pesquisas eleitorais, ter o nome ligado a ele tem sido vantajoso. Mas há candidaturas locais que contam com apoio do petista, mas, a uma semana da eleição, ainda não decolaram.
Em pelo menos três estados onde há outros nomes concorrentes de esquerda e também identificados com o ex-presidente, os candidatos escolhidos por ele não têm conseguido uma transferência suficiente de votos.
Em Pernambuco, a deputada Marília Arraes (SD-PE) lidera nas pesquisas, com o triplo de intenções de votos do deputado Danilo Cabral (PSB-PE), nome de Lula e do governador Paulo Câmara (PSB).
Na Paraíba, o atual governador João Azevêdo (PSB) é favorito à reeleição, com quase o dobro das intenções de voto do senador Veneziano do Rêgo (MDB-PB), candidato lulista.
No Rio de Janeiro, estado de maior desgaste entre PT e PSB, partidos que compõe a chapa presidencial, o deputado Alessandro Molon (PSB-RJ) está em segundo na disputa ao Senado, enquanto o deputado estadual André Ceciliano (PT-RJ), que já subiu em palanque ao lado de Lula, briga pela quarta posição.
Em comum, os três candidatos são próximos de Lula, o apoiam e pedem votos para o petista, mas foram preteridos para a chapa oficial do ex-presidente —e seus eventos locais — por causa das alianças regionais estabelecidas pelo PT.

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