O julgamento ocorre no âmbito de uma ação penal em que Eduardo é acusado de estimular medidas por parte dos Estados Unidos contra autoridades brasileiras. Segundo a acusação, o ex-parlamentar teria defendido a imposição de tarifas sobre exportações brasileiras, a revogação de vistos de ministros do STF e integrantes do governo federal, além da aplicação de sanções previstas na Lei Magnitsky, com o objetivo de influenciar o andamento do processo que investiga a suposta trama golpista envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Até o momento, o placar está em 3 votos a 0 pela condenação. Votaram nesse sentido o relator do caso, Alexandre de Moraes, além dos ministros Cristiano Zanin e Cármen Lúcia.
O julgamento segue com a expectativa do voto do ministro Flávio Dino, último integrante da turma a se manifestar no processo.
Após a conclusão da votação sobre a condenação, os ministros passarão à fase de dosimetria da pena, etapa em que será definida a punição a ser aplicada ao ex-deputado.
Desde o ano passado, Eduardo Bolsonaro reside nos Estados Unidos. Ele também perdeu o mandato na Câmara dos Deputados após acumular faltas às sessões legislativas sem justificativa suficiente para manter o cargo.
O caso continua sendo acompanhado de perto por autoridades, juristas e pela opinião pública, devido aos seus desdobramentos políticos e jurídicos.

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