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sábado, 29 de abril de 2017

Cerca de 5 mil trabalhadores ocuparam as ruas de Serra Talhada


Cerca de 5 mil pessoas, segundo cálculos da Polícia Militar, ocuparam as ruas de Serra Talhada, nesta sexta-feira (28) e protestaram contra as reformas trabalhista e previdenciária propostas pelo governo Michel Temer.

A concentração aconteceu na Rua Padre Ferraz, em frente a sede da Federação dos Trabalhadores na Agricultura (Fetape) e seguiu pelas principais ruas do centro da cidade.
O comércio não aderiu a convocação de greve geral das entidades sindicais, mas nas calçadas, dezenas de comerciários aplaudiram os manifestantes.

Um fato que chamou a atenção foi a participação da Igreja Católica, representada pelos padres Custódio Sá, Edilberto Brasil e Anderson Eduardo, de São José do Belmonte, que criticaram a postura do governo federal. Numa parada em frente a Praça Barão do Pajeú, o padre Custódio não poupou o governo.

“Estamos aqui em frente a Igreja Matriz da Penha, um dos catolicismo, e a Igreja está onde sempre esteve: ao lado dos pobres, dos mais fracos e necessitados. Ao lado dos injustiçados. Eu chamo esta proposta de reforma da previdência de ‘reforma pé na cova’, porque o cidadão só vai se aposentar quando morrer. Não vamos aceitar isso”, disparou o padre, recebendo aplausos dos manifestantes.

O final do ato público aconteceu em frente a sede do INSS, na Avenida Custódio Conrado, e, em seguida, foi realizado um debate sobre as reformas na Câmara de Vereadores.

Várias categorias participaram do protesto, entre elas; policiais civis, carteiros, servidores municipais, agricultores ligados a Fetape e MST, alguns vereadores, estudantes e professores, servidores da Uast e bancários.